
O futebol sempre teve seus momentos de “amor à camisa”, “clube do coração” ou jogadores que tinham “a cara do clube”, “amor ao time”. Na década de 60 e 70 o Flamengo teve Dida, Fio Maravilha, Paulo César Caju e Gérson, na década dourada de 80 o maior ídolo rubro-negro de todos os tempos: Zico. Mas será que isso se mantém ainda nos dias de hoje? Vamos pensar juntos a partir do que fala o sociólogo Zygmunt Bauman.